Cherry-picking
Operação de transplante seletivo de um commit de uma linha de desenvolvimento para outra. O processo consiste em calcular a diferença (o patch) introduzida por um commit específico existente e reaplicar essa mesma diferença lógica no topo do branch atual, criando um novo commit com um novo hash SHA-1 (visto que o pai e o tempo mudaram), mas com o mesmo conteúdo de alteração e metadados de autoria originais. É uma forma de fusão não-linear utilizada para portar correções ou funcionalidades isoladas sem fundir todo o histórico do branch de origem.